peças soltas

Paulo Eduardo Carvalho (1965-2010)

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Ainda há umas semanas trocava emails com ele por causa do planeado doutoramento, depois de nos termos cruzado o ano passado num seminário na ESAP, onde me encorajou a seguir uma determinada linha de pesquisa. O teatro português perdeu o mais brilhante ‘dramaturg’ da sua geração, precioso tradutor, intelectual vigoroso, que zelava pela riqueza da dramaturgia como poucos. Levaremos outra geração a recompor-nos da sua ausência.

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