Encore, encore, le Festival de Almada

Entre o curling com telemóveis de Mais ou Menos Zero, no CCB, e a didática do cocktail molotov em Que Fazer?, no Palco Grande, o Festival de Almada viveu um fim-de-semana de agitação pré-revolucionária, ainda que apenas nos palcos e, no caso de Marthaler, sendo no máximo um estado de espírito agressivo-passivo. (No jornal, aqui, ou no blogue, mais abaixo, a crítica.)

François Chattot e Martine Schambacher arrebataram a plateia no sábado à noite e encantaram na conversa com o público de domingo. Enquanto isso, na Culturgest, a neta de Chaplin enchia a sala com Múrmurios dos Muros.

Hoje há O senhor Ibrahim e as flores do Corão, do Teatro Meridional, em Almada, e amanhã uma conversa com Miguel Seabra e Natália Luiza, sobre os vinte anos do grupo.

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