Perfomance Arte Portuguesa 2

eugenio

Duas cronologias, uma do ACARTE entre 1984 e 1989, da autoria de Ana Bigotte Vieira, e outra da Arte da Performance Portuguesa, de Sandra Guerreiro Dias, marcam esta segunda manhã do simpósio Performance Arte Portuguesa. No primeiro painel, além de Bigotte Vieira, intervieram Hélia Marçal e Daniela Salazar. No segundo, Guerreiro Dias e Ana Rito. À tarde, falarão Rui Mourão, Rita Castro Neves e João Garcia Miguel. No fim do dia, Paulo Mendes apresenta uma nova versão da performance “THE POSTCOLONIAL SINGER”, a que se seguirá um debate com, além do performer, Filipa César, Manuel Botelho, Albuquerque Mendes e Susana Mendes Silva.

Na tarde de quarta-feira houve intervenções de Mariana Brandão, Verónica Metello, Bruno Marques e Alexandra do Carmo. Depois, foi projectado um curto filme, “O laboratório artístico saltou para a rua em 1974, uma conversa entre Ernesto de Sousa e Melo E. Castro”, a que se seguiu uma mesa-redonda com Fernando Aguiar, Rui Orfão, Manoel Barbosa e o próprio E. M. de Melo e Castro, que abriu a sessão com uma performance inédita em Portugal.

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